terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

FALCOARIA

FOTO:UNESCO



O treinamento e adestramento de falcões e outras aves de rapina, é conhecido como falcoaria, na antiguidade essa prática era tomada pelos nobres em caçadas de pequenos animas, acumulando-se a isso, encontrava-se o companheirismo dos filhos, grande influência cultural e ajuda na preservação de aves tão raras.
Considerada como esporte, hoje tem Portugal como grande berço de tal prática. Nasce possivelmente na china e adentrou pelo Oriente, Europa e até mesmo na América. Considera-se uma alternativa viável, economicamente sustentável e ecologicamente correta.

FOTO:UNESCO


Preservando espécies, reabilitando aves em maus tratos, fazendo controle de pragas e da fauna. Os falcoeiros exercem atividades econômicas em aeroportos, controlando pombos e outras aves que prejudicam a segurança das aeronaves, também auxiliam no controle de roedores em plantações e outras pragas em grandes hospitais e galpões de distribuição de alimentos.
No Brasil, sua prática carece de regulamentação e definição legal por parte do IBAMA, havendo lacunas e discordância entre criadouros e a legislação aplicável.
Países como: Emirados Árabes, Marrocos, Bélgica, Mongólia, Qatar, República Tcheca, Espanha, Síria, Korea, Arábia Saudita, são reconhecidos pela UNESCO como representantes de um Patrimônio Cultural Imaterial diante de tal prática. Tratando-se de uma tradição social, que respeita a natureza e o meio ambiente, transmitindo ao longo dos anos de geração em geração aos seus praticantes sentimentos de pertinência, continuidade e identidade.
Nesses Países, homens, mulheres, crianças, participam de estudos, aprendizado em clubes específicos, adquirem formação, passando a família valores, tradições e práticas utilizadas no adestramento das aves, os cuidados necessários com segurança, saúde e preservação da natureza. Cria-se todo um vínculo afetivo, equipamentos milenares e específicos são utilizados, toda uma indumentária, canções centenárias, músicas, poesias e danças tradicionais, toda essa gama de ensinamentos é preservada até hoje, por essas comunidade e associações oficiais desta “arte”, vasto patrimônio cultural, um dos pilares educacional deste povo.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Terremotos no Nordeste

FOTO:Cedoc/RAC




Estados como o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, já sentiram os efeitos de pequenos terremotos acorridos em território brasileiro, em alguns casos nota-se algum tipo de prejuízo material.



Abalos sismícos foram identificados pelo Laboratório da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, alcançando 3 graus na escala Ritcher.



Abalos na região nordeste, já alcançaram graus superiores a 5 na escala Ritcher, que vai até 10 graus. São acontecimentos quase que rotineiros, principalmente na região próxima a Serra do Rosário, no Ceará. Esse tremores nada tem relacionado a chuva, fatores climáticos, na verdade são falhas geológicas, placas tectônicas ou litosféricas que se chocam uma na outra, causando tremores, abalos, sentidos na superficie terrestre.



Para um maior acompanhamento, funciona no Brasil uma Rede Sismográfica, Coordenada pela UNB, composta de:



* Rede sismográfica local Serra da Mesa-4 estações;



*Rede sismográfica local de Corumbá-4 estações;



*Rede sismográfica de Itaipú Binacional-7 estações;



*Rede sismográfica do Ceará-4 estações;



*Rede sismográfica Regional da Cemig-8 estações.



Existindo ainda a UFRN com 15 estações sismográficas; Observatório Nacional com 12 estações e a USP com 20 estações, todas com o objetivo de monitorar a atividades sismológicas no Brasil de maneira altamente técnica e cientifica, emitindo dados e orientações a defesa civil, fornecendo acesso livre a pesquisadores brasileiros, promovendo também um importante banco de dados para o nosso país.



Esse monitorameto geoambiental, salva vidas, previne desastres e enriquece o material de estudos de pesquisadores, geólogos e cientistas brasileiros.